4 anos de namoro + noivado – Paraty #1
Isabella Proença
sexta-feira, agosto 26, 2016
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Oi pessoal, tudo bem? Espero que sim porque comigo está tudo ótimo!
Tenho uma lista ENORME de posts para fazer, mas não aguentaria segurar essa novidade incrível, então resolvi começar por ela.
MAS antes irei situar vocês.
Eu e o Léo resolvemos viajar para comemorar nosso 4º aniversário de namoro e a princípio seria uma viagem "bate e volta" pois iríamos no sábado e voltaríamos no domingo (devido aos nossos trabalhos), porém papai do céu foi tão bom conosco que fez o feriado olímpico cair dia 18 de agosto (fizemos aniversário dia 19), quinta-feira, e como as empresas "enforcaram" a sexta-feira ganhamos mais tempo para aproveitar.
Fomos dia 18 e voltamos dia 21. Dia 22 também foi feriado, mas como compramos as passagens e reservamos a pousada com muita antecedência não nos atentamos a esse detalhe. Foram 3 dias surreais que passaram num piscar de olhos.
Hoje falarei exclusivamente sobre o dia 19 de agosto de 2016, porém se preparem pois – como disse acima – haverão diversos posts diferentes dos que já fiz por aqui.
Agora vamos ao que interessa...
Dia 19 foi o nosso segundo dia em Paraty, mas logo no primeiro reservamos uma escuna para fazer um passeio privativo pelas Ilhas de Paraty.
Acordamos bem cedinho, pois havíamos marcado às 10h50min com a agência de turismo que fechamos o passeio – e também porque o café da manhã da pousada era servido de 8h às 10h. Tomamos café, nos arrumamos, separamos algumas coisas que havíamos comprado no dia anterior para levar e fomos andando – a pousada era bem pertinho de tudo.
Quando chegamos na agência o marinheiro já estava nos esperando para nos levar até o barco e ao chegarmos no cais ficamos extasiados com a vista, pois ainda não tínhamos ido até lá. É muito lindo e o tempo estava colaborando bastante... Até esse cuidado Deus teve! <3
O nome da escuna era "Maré Mansa". Não consegui tirar foto dela antes de entrarmos, mas tirei na primeira parada que fizemos.
Um fato engraçado que ocorreu – pra variar – foi que tivemos que autorizar o "salvamento" da escuna rosa (da foto que tirei da vista do cais), que ficou sem combustível no meio do mar. Estávamos navegando há mais ou menos meia hora quando vimos a escuna parada e o marinheiro pedindo ajuda. Foi muito engraçado! Ele também estava levando um casal e é lógico que os ajudamos – apesar de sabermos que isso prejudicaria nosso horário (alugamos por 3h). Mas o nosso marinheiro foi tão gente boa que só começou a contar o horário após termos "salvado" o pessoal.
Enfim, continuamos o passeio e a nossa primeira parada foi na Praia Jurumirim.
É uma praia muito linda e bem calminha. Cheia de flores, plantinhas e muita paz. Acho que só não é deserta por causa dos passeios mesmo, pois parece não haver como chegar até ela sem um barco – me corrijam se eu estiver errada. Porém não a exploramos muito, pois só ficamos alguns minutos.
A segunda parada foi no Aquário Natural.
O marinheiro nos disse que a "água estava mexida" (não sei o que significa) e por isso não estava tão clara, mas ainda assim conseguimos ver muitos peixinhos e até outros animaizinhos esquisitos. Só não descemos do barco porque não dava pé e nós – dois grandões – não sabemos nadar.
E a nossa terceira – e última – parada foi na Praia Grande do Engenho D'Água. Achei interessante pois existem pessoas que simplesmente moram ali – algumas delas a vida inteira! O marinheiro disse que até poucos anos não havia nem eletricidade.
Me deu vontade de conversar com essas pessoas, pois imagino o quão enriquecedor deve ser captar um pouco dessa visão de mundo completamente oposta, mas infelizmente não aconteceu.
Na volta aproveitamos para tirar mais fotos das paisagens maravilhosas.
No fim do passeio estávamos morrendo de fome e – após termos passado no banco para pagar o marinheiro – comemos num restaurante bem simples e baratinho (o mais barato que fomos lá) pois queríamos poupar para o nosso jantar. Eu nem tirei foto de nada, mas ainda bem que o Léo tirou foto da entrada, pois não encontrei nada na internet sobre o mesmo.
Eu farei críticas aos restaurantes que fomos na viagem, mas como não tenho informações desse irei especificar os valores nesse post mesmo.
Eu comi bisteca de porco e o Léo churrasquinho, ambos pratos executivos e deliciosos. Pedimos 2 latas de coca-cola e a conta deu apenas R$33,00... Uma pechincha.
Após o almoço voltamos para a pousada e o Léo fez uma surpresa muito fofa pra mim.
Ficamos um pouco na pousada, mas logo nos arrumamos para irmos jantar. Não sabíamos até que horas as coisas ficariam abertas no Centro Histórico, então preferimos não ir tão tarde.
Porém quando chegamos tudo estava aberto, aceso e lindo! Haviam muitas pessoas e vimos muita coisa legal. Andamos bastante, demos uma passadinha em um festival e logo depois veio a dúvida: "em que restaurante iremos?".
Gente, juro pra vocês que conhecemos TODOS os restaurantes do Centro Histórico, SÉRIO! Eu estava numa indecisão... E o Léo mais ainda! Paramos na frente de um por um, vimos os cardápios, os ambientes e nada parecia bom e romântico o suficiente. Uns eram chiques demais, outros de menos... Nada parecia ter a nossa cara.
Até que quando estávamos quase desistindo e indo pra pousada comer pizza, decidimos entrar em um que estava passando o jogo de vôlei do Brasil num telão gigantesco, tinha a meia luz que eu queria, era lindo e os pratos pareciam gostosos.
Porém tivemos uma surpresa muito agradável a descobrir que além do ambiente que estava à vista, haviam mais 2... Sendo o terceiro absolutamente perfeito pra nós.
Não entrarei em detalhes pois farei um post específico sobre o mesmo, mas não há como não mencioná-lo pois nele vivemos um momento inesquecível.
Era tudo tão lindo que eu nem conseguia acreditar que não havia sido combinado – e não foi! As luzes, as mesas, as velas e o melhor: estava vazio! Nem o garçom nos incomodou.
Eu pedi uma caipirinha e o Léo pediu uma Stella Artois.
Na hora de escolher o prato bateu novamente a indecisão, mas optamos por massa pois já havíamos comido carne no dia anterior.
Confesso que não ligo muito para massa, mas estava delicioso.
Enquanto comíamos o Léo começou a me fazer umas perguntas suspeitas: "Isabella, você me ama?" "amo" "mas você acha que ama o suficiente?" "suficiente pra quê?" "responde" "amo" "abre a sua bolsa".
E lá estava, enroladinho em um papel, dentro de um porta alianças de coração, um lindo anel. Eu fiquei sem ar.
O Léo começou a falar algumas coisas, lembro que começou com: "não planejei nada pra dizer [...]", mas eu estava tão emocionada e incrédula (no melhor sentido da palavra) que mal o ouvi. Minha reação imediata foi abraçá-lo e beijá-lo, até que ele me soltou e perguntou: "quer casar comigo?" e é óbvio que a minha resposta foi positiva!
Fiquei muito emocionada, mas segurei ao máximo as lágrimas pra não borrar a maquiagem e ficar parecendo um panda! Hahahaha. No final de tudo ele falou uma frase que achei muito fofa e que ficou marcada: "agora você é oficialmente minha noiva". <3
Terminamos de jantar, nos curtimos mais um tempinho e voltamos pra pousada... Estava um friozinho muito agradável.
Começo dizendo que já era tarde (1h da manhã) quando chegamos. Léo foi no banheiro e eu basicamente apaguei. Acordei de madrugada assustada porque não lembrava de nada! Hahahaha. Mas isso não estragou o nosso dia PERFEITO! Melhor 19 de agosto que já passamos juntos. Eu não mudaria nada.
E é isso! Um post recheado de amor de presente para vocês.
Até a próxima! <3
























































