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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

BLOGMAS #8:This Is Us

sexta-feira, dezembro 08, 2017 1
Tudo o que ouvimos, assistimos ou lemos tem o poder de nos impactar de alguma forma, mas a intensidade desses impactos são variáveis: alguns tão pequenos que passam desapercebidos e outros tão potentes que nos marcam eternamente, ajudam a moldar quem somos e transformam a nossa maneira de enxergar o mundo. This Is Us é de uma potência descomunal.


Criado por: Dan Fogelman.
Ano de lançamento: 2016.
Com: Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Justin Hartley e Chrissy Metz.
País: EUA.
Gênero: Drama.
Status: Em andamento.
Duração: 42 minutos.

"This is Us conta a história de um grupo de pessoas nascidas no mesmo dia e como suas vidas se cruzam."


Confesso que tento produzir essa resenha desde a primeira vez - de muitas - que assisti o piloto da série, mas nada que digito parece ser bom o suficiente para expressar o que sinto. Lembro que assim que terminei de assisti-lo não sabia o que dizer, tampouco o que pensar pois o achei tão maravilhoso que temi os episódios seguintes. Na minha concepção manter a magnitude do padrão que o primeiro episódio trouxe seria uma missão impossível, mas - por incrível que pareça - conseguiram concluí-la e superam-na a cada novo episódio.

O enredo é minuciosamente pensado, não é linear e é amplamente explorado - permitindo que conheçamos profundamente cada um dos personagens e entendamos seus pontos de vista distintos. Na verdade ainda não entendo como os roteiristas são capazes de redigir um episódio inteiro e espetacular utilizando apenas um fato que já nos havia sido apresentado superficialmente, mas o melhor de tudo é que o método adotado não torna a série prolixa e massante - pelo contrário! A dinâmica aplicada e a fluidez dos fatos apresentados nos envolvem e nos tornam cúmplices de tamanha beleza.

A história não cai em clichês em momento algum e isso a torna única, inigualável e surpreendente. E faço questão explicitar o surpreendente pois certos acontecimentos nos ferem de tão legítimos e inesperados.

Os atores possuem uma química incrível tanto uns com os outros quanto com seus próprios personagens. Eles não são conhecidos por terem desempenhado papéis de sucesso (exceto a Mandy Moore) e com certeza esse é um dos pontos que torna a escolha do elenco tão grandiosa: o público em geral não possui uma lembrança fixa dos mesmos e isso evita ruídos ou assimilações. É como se os personagens fossem únicos, reais. Até mesmo os personagens secundários nos conquistam com suas verdades individuais.

Apesar de ser uma série de drama não se trata de um drama desenfreado e sem um intuito algum. This Is Us desperta uma infinidade de sentimentos dentro de nós: rimos, choramos (muito!), ficamos com raiva, refletimos (o tempo inteiro!), mas não somos manipulados ou passados para trás pela série pois é a nossa bagagem que fará com que nos identifiquemos - ou não - com os fatos narrados pela mesma.

“Não há limão tão azedo que você não possa transformar em algo parecido com limonada.” (Dr. K)
This Is Us conquistou meu coração de um jeito inenarrável e sou muito grata por ter a oportunidade de acompanhá-la. Essa é só a primeira de muitas vezes que falarei sobre ela por aqui.

“You know when I was a little boy I didn’t know what I wanted to be when I grew up. Adults always ask little kids that. I never had a good answer. Not until I was twenty-eight. Until the day that I met you. That’s when I knew exactly what I wanted to be when I grew up. I wanted to be the man that made you happy.” (Jack)

Até a próxima! 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

BLOGMAS #6: Black Mirror

quarta-feira, dezembro 06, 2017 8
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Há algum tempo ouço falarem sobre Black Mirror, mas - por algum motivo desconhecido - deduzi que a série seria semelhante a American Horror Story e não tive interesse em me aprofundar no enredo, porém isso mudou há alguns meses quando eu e o Léo fomos na casa de uma amiga e ela comentou sobre alguns episódios da mesma.


Criado por: Charlie Brooker. 
Ano de lançamento: 2011. 
Com: Madeline Brewer, Bryce Dallas Howard, Mackenzie Davis e mais. 
País: Reino Unido. 
Gênero: Drama, Ficção Científica, Suspense. 
Status: Em produção. 
Duração: 42 - 89 minutos. 

"Black Mirror retrata a inquietação coletiva em relação ao mundo moderno. Com muito suspense e genialidade, cada história explora temas relacionados à paranoia tecnológica contemporânea. A tecnologia transformou todos os aspectos de nossa vida: Em todas as casas, em todos os escritórios e nas mãos de todas as pessoas há uma tela de plasma, um monitor, um smartphone – um espelho negro refletindo a nossa existência no século 21."


“Se a tecnologia é uma droga – e parece mesmo ser uma – então quais são precisamente os efeitos colaterais? Este espaço – entre apreciação e desconforto – é onde Black Mirror, minha nova série de TV, está localizada. O ‘espelho negro’ do título é um que você encontrará em todas as paredes, em todas as mesas, na palma de toda mão: a fria e brilhante tela de uma TV, um monitor, um smartphone.” (Charlie Brooker)

Não é exagero dizer que Black Mirror é diferente de tudo o que já assisti no decorrer da minha vida. Apesar de percebermos críticas a variados assuntos - inclusive tecnológicos - em diversos filmes e séries, Black Mirror vai além. De uma forma perturbadoramente passivo-agressiva somos confrontados a cada segundo de cada episódio de maneiras distintas que se fundem.

"Cada episódio tem um elenco diferente, um cenário diferente e até mesmo uma realidade diferente, mas todos se tratam da forma que vivemos agora - e da forma que podemos estar vivendo daqui a 10 minutos se formos desastrados." (Charlie Brooker)

Como o criador explica na citação acima, não há "continuidade" entre os episódios como em uma série normal. Cada episódio apresenta uma estória composta de começo, meio e fim, mas - ao mesmo tempo - todas têm o objetivo citado por ele.

Por este motivo, não há como falar sobre Black Mirror sem citar os episódios especificamente e é isso que farei - de forma resumida e levemente poética - agora. 

1x01 The National Anthem / Hino Nacional


O incontrolável impacto da internet e suas redes sociais, a influência da mídia nas decisões, o valor da imagem pessoal e o entretenimento obtido através do sofrimento alheio.

1x02 Fifteen Milion Merits / Quinze Milhões de Méritos


Sistema manipulador, reality shows, padronização, alienação, hipocrisia e deturpação.

1x03 The Entire History Of You / Toda a sua História


Os malefícios do acesso livre à memória em um futuro onde o esquecimento foi extinto. Obsessão, análise e paranoia. Até que ponto a necessidade crescente da nossa sociedade em relação a registros é saudável? A ignorância - muitas vezes - é uma bênção. 

2x01 Be Right Back / Volto Já


"How do I live without the ones I love?
Time still turns the pages of the book it's burned
Place and time always on my mind
I have so much to say but you're so far away
Plans of what our futures hold
Foolish lies of growing old
It seems we're so invincible
The truth is so cold
A final song, a last request
A perfect chapter laid to rest
Now and then I try to find a place in my mind
Where you can stay
You can stay away forever" (So Far Away - A7X)

2x02 White Bear / Urso Branco


Colhemos o que plantamos. Tudo que vai, volta. Toda atitude tem uma consequência, esteja disposto a assumi-la e enfrentá-la.

2x03 The Waldo Moment / Momento Waldo


Uma piada sem graça que foi levada à sério. Simbolismos, representatividade reversa e marketing.

2x04 [SPECIAL] White Christmas / Natal


A linha tênue entre punição e tortura. Desonestidade e poder. Não há consequência mais devastadora do que a inexistência.

3x01 Nosedive / Queda Livre


O futuro nunca esteve tão presente nas nossas vidas. Redes sociais, necessidade de aceitação, esteriótipos e máscaras. Valemos o que nos classificam. 

3x02 Playtest / Versão de Testes


Até onde os nossos próprios medos podem nos levar? 

3x03 Shut Up And Dance / Manda Quem Pode


Invasão de privacidade, chantagem, constrangimento e exposição [...] As aparências enganam.

3x04 San Junipero 


“No ano de 2030, teremos computadores com capacidade de informação igual a da mente humana. Isso significa que você poderá colocar sua consciência em um computador e viver para sempre como máquina.” (Ross Geller - Friends)

3x05 Men Against Fire / Engenharia Reversa


A máscara ideológica como instrumento legitimador do extermínio do outro.

3x06 Hated In The Nation / Odiados Pela Nação


Enquanto houver boas intenções, haverá interesses por baixo do tapete. Enquanto houver distrações, haverá pessoas para não considerar o poder delas. Enquanto houver liberdade, haverá quem pise na dos outros. E enquanto houver quem pise na liberdade do próximo, haverá alguém com más intenções. É um ciclo que se repete de novo e de novo não porque a tecnologia possibilita, mas porque as pessoas o estimulam. 


E é isso!

Black Mirror é uma série que vale a pena ser assistida exatamente pelo impacto que causa. É importante que nos atentemos para determinados assuntos, pois a realidade é que o enredo - que tanto nos apavora - está mais perto de nós do que conseguimos imaginar.

Vocês já a assistiram? Se sim, me contem o que acham nos comentários. Se não, recomendo! Todas as temporadas estão disponíveis na Netflix. 

Até a próxima! <3


sábado, 2 de dezembro de 2017

BLOGMAS #2: Séries antigas – Nostalgia #2

sábado, dezembro 02, 2017 10
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim!

O post de hoje é super especial pois tem a participação da coisinha mais linda do mundo: meu irmão! 

Esses dias ele me chamou no whatsapp para falar sobre duas séries que víamos juntos na infância e foi a conversa se desenvolveu de uma maneira tão gostosa que decidi compartilhar o assunto e registrá-lo aqui. 


Lembramos de várias outras, listamos todas elas e o difícil foi realizar a missão quase impossível de classificá-las, mas depois de muita indecisão conseguimos chegar num consenso.

1- Drake & Josh (2004)


"Drake Parker (Drake Bell) e Josh Nichols (Josh Peck) são dois adolescentes que vivem em San Diego, Califórnia. Eles estudam na mesma escola, e nunca se falaram muito, mas quando a mãe de Drake, Audrey Parker (Nancy Sullivan), e o pai de Josh, Walter Nichols (Jonathan Goldstein), decidem se casar, eles terão que se tornar meio-irmãos."

Elegemos Drake e Josh como a nossa série favorita porque era a que mais nos fazia dar risada juntos. No início eles têm personalidades totalmente opostas, mas com o passar do tempo um ajuda o outro a melhorar em algum aspecto. A história vai ficando ainda mais legal no decorrer dos episódios pois quanto mais eles se tornam amigos, mais engraçados ficam e em mais confusões se metem. Fora que além de terem que lidar com os problemas externos, ainda têm a Megan (irmã mais nova) que faz de tudo para aterrorizá-los dentro de casa e, apesar do Josh ser extremamente inteligente, ela sempre está um passo a frente! Kkk.

2 - iCarly (2007)


"Carly (Miranda Cosgrove), Sam (Jennette McCurdy) e Freddie (Nathan Kress) são melhores amigos e juntos comandam o web show iCarly, que rapidamente vira um sucesso na internet proporcionando aos amigos altas aventuras. Eles gravam os programas na casa de Carly, que mora com o irmão mais velho Spencer (Jerry Trainor)."

iCarly é uma das séries mais famosas da lista e até pouco tempo a assistíamos quando passava na Globo. É engraçado que - parando para pensar - ela parece ter antecipado o mundo "youtubístico" em que vivemos hoje. O enredo foca muito na relação de amizade que existe entre eles apesar das personalidades distintas e é muito divertido acompanhá-los.

3- Zoey 101 (2005)


"A adolescente Zoey Brooks (Jamie Lynn Spears) acaba de entrar para o colégio interno californiano Pacific Coast Academy (PCA), que até então era frequentado apenas por meninos. Lá, ela logo conhece Dana Cruz (Kristin Herrera) e Nicole Bristow (Alexa Nikolas), que apesar de temperamentos muito diferentes, logo se tornam suas melhores amigas. Juntas, elas compartilham as diversões e as dificuldades de se viver em um colégio interno."

Essa é a série mais teenager da lista, mas ainda assim é uma das nossas preferidas. Eu particularmente não curto muito personagens patricinhas e acredito que o Lucas também não, mas há personagens muito divertidos e a rixa que existe entre as meninas e os meninos é muito engraçada. Ps.: Não sei vocês, mas por causa de programas e novelas estrangeiros sempre tive vontade de estudar em um colégio interno só pra ficar perto dos amigos 24h por dia! Kkk. 

4- Boa sorte, Charlie! (2010)


"A Família Duncan está se ajustando ao inesperado nascimento da quarta criança, a garotinha Charlie (Mia Talerico). Quando os pais, Amy (Leigh-Allyn Baker) e Bob (Eric Allan Kramer), retornam ao trabalho, a responsabilidade de cuidar da mais nova fica a cargo dos outros três, Gabe (Bradley Steven Perry), Teddy (Bridgit Mendler), e P.J. (Jason Dolley)."

Essa é a minha queridinha, confesso. O Lucas também gosta muito, mas sou a louca dos bebês e não escondo isso de ninguém. O enredo da história é muito fofinho e familiar: os impactos da chegada de um novo - e não planejado - bebê em uma família que já é composta por 5 pessoas (pai, mãe e 3 filhos). Teddy registra alguns conselhos através de vídeo para que sua nova irmãzinha veja quando crescer e há - como em todas as famílias - muitos problemas e confusões que são hilários, mas trazem mensagens legais e relevantes. (AMO, AMO e AMO!) 

5- Hannah Montana (2006)


"Miley Stewart (Miley Cyrus) vive uma vida normal ao lado do pai Robbie Ray Stewart (Billy Ray Cyrus) e do irmão mais velho Jackson Stweart (Jason Earles), e frequenta ao colégio junto com os melhores amigos Lilly Truscott (Emily Osment) e Oliver Oken (Mitchel Musso) normalmente. Mas Miley guarda um grande segredo que, se revelado, mudaria suas relações sociais bruscalmente. Miley vive o segredo de ser Hannah Montana, a estrela adolescente mais famosa e cobiçada da América, de quem seus amigos e todos em sua escola são grandes fãs."

Hannah Montana também é uma série que fez muito sucesso e, se não me engano, chegou a passar na Globo. Gostávamos muito e eu não conseguia entender porque ela não contava pra todo mundo de uma vez que era famosa e se tornava popular de uma vez por todas! Kkk.

6- Manual de sobrevivência escolar do Ned (2004)


"Ned Bigby (Devon Werkheiser) está virando adolescente e vive uma rotina de agitação na escola James K. Polk Middle School. Na companhia de seus amigos, Cookie (Daniel Curtis Lee) e Moze (Lindsey Shaw), Ned dá aos telespectadores várias dicas de como escapar de enrascadas com os valentões da classe, a forma como lidar com as garotas e se manter na linha perto do diretor da escola."

Amávamos o Ned e odiávamos quando passava um episódio repetido. As dicas que ele dá são ótimas, sério! Dicas que realmente ajudam a pessoa a lidar com os problemas, incluindo bullying, de uma forma descontraída. É quase educativa, mas sem ser chata. 

7- Feiticeiros de Waverly Place (2007)


"Os Russos parecem uma típica família de Nova York, mas são uma família de feiticeiros. Alex (Selena Gomez), Justin Russo (David Henrie) e Max (Jake T. Austin) são feiticeiros em treinamento, e disputam para saber qual deles serão os próximos feiticeiros da família."

Essa é a primeira série de ficção que aparece na lista e foi um desafio classificá-la. O enredo é muito criativo e diferente, mas os personagens não são os nossos preferidos. Ainda assim a assistíamos muito, também passou na Globo e foi uma das poucas que acompanhamos até o final.

8- Zac e Cody: gêmeos em ação / Zac e Cody: gêmeos a bordo (2005 / 2008)


Gêmeos em ação: "Os gêmeos Zack (Dylan Sprouse) e Cody (Cole Sprouse) moram com a mãe Carey (Kim Rhodes), uma cantora que trabalha no luxuoso Hotel Tipton, em Boston. Lá, eles vivem as mais engraçadas e atrapalhadas aventuras. Juntos de London Tipton (Brenda Song), herdeira do Hotel, e Maddie (Asheley Tisdale),que trabalha no hotel, os meninos deixam o gerente do Hotel, o Sr. Moseby (Phill Lewis), com muita dor de cabeça por ter que aguentar todos eles juntos."

Gêmeos à bordo: "Zack e Cody Martin entram em um programa educacional a bordo do navio de cruzeiro do pai de sua amiga London, que também embarca com eles, além da amiga Bailey Pickett. O navio dá voltas ao mundo enquanto os residentes e turistas tem aulas. O sr. Moseby continua sendo o responsável, e os quatro jovens amigos não vão deixar de lhe dar contínuas dores de cabeça com seu talento para arrumar confusão."

Colocamos as duas séries como uma só porque são parecidíssimas, poucas coisas mudam além do ambiente. Na época eu até criei um flogvip em homenagem aos gêmeos e nós gostávamos de ambas, mas entre as duas a melhor é, sem dúvidas, a que se passa no hotel. (Ashley Tisdale rules! ♥)

9- Minha vida com Derek (2005)


"Casey McDonald morava em uma bela casa com sua mãe e sua pequena irmã, estudava em uma escola particular apenas para garotas onde era popular. Ela tinha tudo que quis na vida. Derek Venturi também tinha tudo o que quis na vida. Ele mora com seu pai ,George; seu irmão mais novo, Edwin, que faz qualquer coisa ele pede; e uma irmã pequena , Marti, que o adora . Ele é estrela da equipe do hockey e o garoto mais popular da escola. Quando George Venturi e Nora McDonald se apaixonam e decidem se casar tudo muda : Casey e Lizzie são forçadas a ir morar na casa dos Venturi e mudar de escola. Lá, Casey se vê como uma estranha e perde toda sua popularidade."

Confesso que nós não lembramos muito dessa série, mas sabemos o suficiente: gostávamos! Kkk.

10- Ninguém merece! (2006)


"Ninguém Merece! conta a vida de Taylor Fry, uma menina pré-adolescente de 12 anos em uma fase bastante confusa na qual borbulham emoções e sentimentos. Taylor é uma garota muito esperta, engraçada, inteligente e cheia de atitude. Porém, vez ou outra, como toda pré-adolescente, ela se sente um peixe fora d'água".

Dessa nós lembramos! Kkk. Era boazinha apesar da protagonista ser chata, mas tem pouquíssimos episódios.

11- As visões da Raven (2002)


"Raven Baxter (Raven-Symone) é uma adolescente que tem a habilidade de ver o futuro. Ela sabe tudo o que vai acontecer, antes de os eventos se tornarem realidade. Algumas vezes, ela não sabe onde ou quando essas coisas acontecerão. Seus amigos são Chelsea Daniels (Anneleise van der Pol) e Eddie Thomas (Orlando Brown)."

Vocês devem estar se perguntando porque uma série tão conhecida dessas está nessa posição, né? Kkk. É que nós gostávamos, mas não muito! Assistíamos demais, mas só quando era a única opção que tínhamos! Kkkk. Sabe aquele negócio do "dá pro gasto"? Pois é! Mas é boa e engraçada. 

12- Kenan e Kel (1996)


"Kenan Rockmore (Kenan Thompson) é um estudante de ensino médio que trabalha no Mini-Mercado Rigby's. Kel Kimble (Kel Mitchel) é o melhor amigo de Kenan que é apaixonado por refrigerante de laranja. Chris Potter (Dan Frischman) é o chefe de Kenan na Rigby's. Na casa dele, moram sua mãe Sheryl (Teal Marchande), seu pai Roger (Ken Foree) e sua irmã Kyra (Vanessa Baden), que tem uma paixão por Kel."

Kenan e Kel tem a minha idade, mas quando éramos crianças passava na Nick e nós assistíamos. Também não é uma das nossas preferidas, mas o Kel nos fazia dar boas risadas com o seu amor pelo refrigerante de laranja.

13- Cory na Casa Branca (2007)


"A série acompanha a vida de Cory (Kyle Massey) e Victor Baxter (Rondell Sheridan), pai e filho de Raven Baxter, de "As Visões da Raven". O Presidente dos EUA decide que precisa de um bom chef de cozinha, e contrata Victor para o serviço. Então os dois fazem as malas e vão direto para Washington, para viver na Casa Branca. Lá, Cory conhece algumas pessoas interessantes, como a irritante filha de 8 anos do Presidente, Meena Paroom (Maiara Walsh), a filha do Embaixador do Oriente Médio - por quem se apaixona, entre outros."

Não tem um jeito sutil de dizer isso, então lá vai: essa série é chata e o Cory mais ainda. Assistíamos? Sim! Por que? Porque às vezes não tinha nada pra ver e nem pra fazer, mas não gostávamos muito não. 

14- Alf, o ETeimoso (1986)


"Gordon Shunway é um extraterrestre, do planeta Melmac, que segue um sinal de rádio para a Terra e acaba caindo na garagem da família Tanner, em Riverside, California. Os Tanners eram uma família comum, até a chegada do novo amigo, o qual apelidaram de ALF. Ele se torna tão querido pela família que eles o adotam e ALF passa a ser mais um integrante da família."

O Alf, tadinho, está nessa posição porque o Lucas realmente não é fã dele, porém eu até gostava! Kkk. A série é bem velha e ele é bem esquisito, mas até que é fofinho. Porém é compreensível não nos identificarmos tanto porque não é da nossa época. Inclusive só a conhecemos graças ao Nick at night! Kkk.

15- Sabrina, aprendiz de feiticeira (1996)


"Aos 16 anos de idade, Sabrina (Melissa Joan Hart) descobre que possui poderes mágicos. Ela mora com as tias Hilda (Caroline Rhea) e Zelda (Beth Broderick), que contam para Sabrina sobre seus poderes. Sabrina começou a aprender sobre seus poderes e usá-los para proteger as pessoas que amava e a si mesma. Seus feitiços começaram a gerar muitas confusões, mas com o tempo ela foi aprendendo a domá-los e guardar seu segredo."

O Lucas não assistia essa série, mas eu sim e gostava. Ela só está nessa posição porque também não é da nossa época e porque a lista é de nós dois. Até pensei em não colocá-la, mas depois pensei que seria um registro válido das minhas madrugadas de Nick at night.

16- Normal demais (2004)


"O programa conta a vida de Addie Singer, uma garota adolescente que está no ginásio e por meio de músicas conta a história do seu dia-a-dia. Addie faz letras de músicas que refletem seus pensamentos e sentimentos, suas conquistas e decepções nessa fase tão conturbada que é a passagem da infância para a adolescência. Ela não almeja coisas refinadas, na verdade ela só quer passar de ano. Addie não deseja ser famosa, tudo que ela quer é que Jake Behari saiba seu nome"

Olha, temos certeza que essa série deve ser bem boa, mas não lembramos de nada sobre ela além do nome. Nossa certeza se baseia no fato de que a assistíamos, porém a colocamos em último lugar porque é da nossa época e não lembrarmos é bem esquito! Kkk.


E isso é tudo! Organizamos em ordem crescente, porém as duas últimas estão nessa posição por serem um caso à parte: só eu assistia Sabrina e, como mencionei anteriormente, não lembramos muito bem de Normal demais. 

Lembrei de Power Rangers quando terminamos de montar o post, mas o Lucas disse que apesar de serem pessoas interpretando se encaixa mais com com desenho... Concordei discordando, mas de qualquer forma fica para um próximo Nostalgia - já que esse girou em torno da Disney e da Nick basicamente.

Vocês assistiram/assistem alguma das séries mencionadas? Nos contem nos comentários, adoraremos saber!

Até a próxima!

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

How I met your mother

segunda-feira, outubro 23, 2017 4
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Hoje venho falar sobre uma série que em pouco tempo conquistou o meu coração e tomou conta dos meus dias de uma maneira LEGEN... WAIT FOR IT... DARY! Legendary! 

Apesar de estar muito tentada a falar sobre o fatídico series finale decidi que essa resenha será completamente livre de spoilers, mas em breve farei um post exclusivo sobre o assunto – aguardem!


  • Criado por: Craig Thomas e Carter Bays.
  • Ano de lançamento: 2005.
  • Com: Josh Radnor, Jason Segel, Alyson Hannigan, Cobie Smulders e Neil Patrick Harris.
  • País: EUA.
  • Gênero: Comédia.
  • Status: Finalizada.
  • Temporadas: 9.
  • Episódios: 208.
  • Duração: 22 minutos.
Em 2030, o arquiteto Ted Mosby (Josh Radnor) conta a história sobre como conheceu a mãe dos seus filhos. Ele volta no tempo para 2005, relembrando suas aventuras amorosas em Nova York e a busca pela mulher dos seus sonhos. Ao longo do anos, Ted aproveita para falar a jornada dos seus amigos: o advogado Marshall Eriksen (Jason Segel), a professora Lily Aldrin (Alyson Hannigan), a jornalista Robin Scherbatsky (Cobie Smulders) e o mulherengo convicto Barney Stinson (Neil Patrick Harris).


Quem me recomendou How I Met Your Mother foi a Maiara, minha melhor amiga. Nós fizemos um acordo: eu assistiria HIMYM e em troca ela assistiria Black Mirror.


Confesso que eu tinha preconceito com séries que têm fundo sonoro de risada e por esse motivo não imaginei que levaria o combinado a sério, tampouco que gostaria tanto da série e me apegaria tão rapidamente ao enredo e aos personagens.

Estou escrevendo esse post dia 20/10/2017 e acabo de perceber que finalizei 9 temporadas em mais ou menos 2 meses.

It’s really AWESOME!


Após o piloto assisti os 7 episódios seguintes consecutivamente e todos me fizeram sorrir. Eles são tão leves e descontraídos que quando você percebe já acabaram e seu interior implora por mais (imaginei o Barney fazendo uma piada suja sobre essa frase). Em resumo: sabe quando algo faz bem? Então, é substancialmente isso.

Apesar do Ted estar explicando para seus filhos como conheceu a mãe deles, a narrativa detalha de uma forma bizarramente específica tudo o que ele viveu a partir do momento em que decidiu que estava preparado para se casar, fazendo com que conheçamos a fundo também seus melhores amigos: Marshall, Lily, Barney e, posteriormente, Robin.

O formato da série é atípico por se tratar de um relato do passado: é basicamente flashback dentro de flashback, mas – por ser extremamente bem construída – não é confusa.


Porém o que me conquistou de verdade foram os personagens e suas personalidades distintas e é claro que não poderia deixar de falar um pouco sobre cada um deles.

TED

Nome completo: Theodore Evelyn Mosby.
Data de nascimento: 25 de abril de 1977.
Profissão: arquiteto.


No decorrer da série meu sentimento pelo Ted sofreu diversos altos e baixos. Confesso que no começo eu o odiava: o achava carente, melodramático e estúpido. Mas – no decorrer das temporadas – creio ter conseguido captar sua essência. Ted nada mais é que um cara romântico que acredita verdadeiramente no poder do amor. O problema é que ele quer tanto encontrar seu lebenslangerschicksalsschatz que se entrega demais em todos os seus relacionamentos – inclusive os fadados ao fracasso – e quebra a cara diversas vezes. Obviamente todos os erros que ele cometeu o levaram até a mother, porém é difícil para mim não pensar que se ele fosse um pouco mais seletivo teria encontrado a the one antes. Enfim...

Além disso, Ted é um amigo excelente que sempre faz tudo o que pode para ver seus amigos felizes. Em suma: quando ele não está fazendo papel de trouxa é um personagem amável.

Algumas pessoas falam mal do ator e dizem que ele não tem carisma para ser protagonista, mas eu discordo. O jeito dele o torna um personagem atípico e até mesmo suas chatices (que não são poucas) dão um toque de humor diferente ao enredo.

Ele não é meu personagem favorito da vida e tampouco da série, mas é pouco provável ser fã de HIMYM e não sentir empatia pelo Ted.

MARSHALL & LILY

Nome completo: Marshall Eriksen / Lily Aldrin.
Data de nascimento: 18 de janeiro de 1977 / 24 de março de 1977.
Profissão: estudante de direito / professora de jardim de infância.


O Marshall é a definição de utopia (e não falo isso no sentido pejorativo). Você já conheceu uma pessoa genuinamente boa? Pois é exatamente isso que ele é.

Nascido e criado no Minnesota por uma família grande e tradicional, Marshall conheceu Lily no primeiro ano de faculdade e ambos souberam que eram o amor da vida do outro. Parece perfeito demais para ser verdade, né? E a verdade é que a perfeição passa bem longe: tanto do casal, quanto da Lily, quanto do Marshall.

Por se tratar de uma série de 9 temporadas acompanhamos a vida dos personagens durante mais de 9 anos e é inevitável não notar evoluções nos mesmos. Apesar de eu ter citado a palavra utopia ao me referir ao Marshall não quis dizer que ele não tem defeitos. Ele é um ser humano e não está isento da imperfeição,  mas o que o torna diferente dos demais é a sua lealdade incondicional.

Apesar do Barney não concordar com o que direi agora, Lily é a líder do grupo. Ela tem capacidades assustadoras de persuasão, observação e até mesmo manipulação, mas só as utiliza para o bem. Algumas atitudes dela me aborreceram, porém percebi que se relacionar com alguém como o Marshall é pressão demais para qualquer pessoa comum - por mais que a própria esteja consciente da sua sorte.

Ela é bastante sensível, sempre sabe quando alguém está mentindo, dá ótimos (na maioria das vezes) conselhos, tem problemas com compras e, além de tudo isso, vive um dilema que quase todos nós viveremos algum dia: "em que momento da minha vida o meu sonho ficou para trás?".

Marshmallow e Lilypad formam o meu casal de seriado favorito de todos os tempos.

ROBIN

Nome completo: Robin Charles Scherbatsky Jr.
Data de nascimento: 23 de julho de 1980. 
Profissão: jornalista.

Minha relação com a Robin é composta por diversos altos, baixos e submersos. Ela é uma mulher independente que coloca sua carreira acima de todo e qualquer relacionamento e demonstra não se importar com nada além disso.

Sua criação atípica a tornou diferente das demais: seus gostos são mais compatíveis com os masculinos e ela tem uma certa dificuldade de fazer amizade com outras mulheres.

Me identifico um pouco com ela em algumas situações, mas no geral a considero um desastre ambulante e infelizmente não conseguirei falar nada além disso sobre ela sem dar spoilers.

BARNEY

Nome completo: Barney Stinson.
Data de nascimento: 09 de fevereiro de 1974.
Profissão: PLEASE.

O Barney é, sem dúvidas, o meu personagem favorito. Ele é o mais velho do grupo de amigos, o menos maduro e o mais engraçado. É rico, bonito, persuasivo e usa (e abusa de) todos esses atributos para dormir com centenas de mulheres e nunca vê-las novamente. Essas características podem parecer descrever um ser desprezível, mas não... No decorrer da série ele nos mostra que é muito mais do que deixa transparecer e que suas atitudes não passam de mecanismos de defesa. 

Ele também é o autor de 90% dos bordões da série, do "bro code" e do "playbook" (que realmente existem!) e o responsável pelas variações maravilhosas de "high five"!

Fora que o ator que o interpreta (Neil Patrick Harris) é tão foda quanto o personagem, então seria impossível essa combinação não resultar em algo magnífico!


Além de entreter, a série nos faz refletir e nos ensina sobre a vida de uma forma descontraída e leve, mas ainda assim com grande impacto. Aprendi, reforcei certezas, ampliei meus pensamentos e tudo isso foi feito através de risadas - e algumas poucas, porém presentes, lágrimas.

Farei um post sobre todas as lições aprendidas, porém seria impossível finalizar essa resenha sem a maior delas: "you can't jump straight to the end, the journey is the best part".

Vale muito a pena acompanhar essa incrível jornada. Não só recomendo a todos como desejo que aproveitem-na tanto quanto eu aproveitei, pois a mesma foi minha alegria nos dias difíceis.

Até a próxima! <3

segunda-feira, 24 de abril de 2017

The 4400

segunda-feira, abril 24, 2017 4
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Como prometido em posts anteriores, hoje trago a resenha dessa série espetacular que você provavelmente não conhece, mas deveria.

  • Criado por: Scott Peters e René Echevarria.
  • Ano de lançamento: 2004. 
  • Com: Joel Gretsch, Jacqueline McKenzie, Mahershala Ali e mais.
  • País: EUA.
  • Gênero: Drama, ficção científica, suspense.
  • Status: Cancelada.
  • Duração: 42 minutos.
No último século, milhares de pessoas desapareceram sem deixar rastro algum.
Quando um cometa muda de rota, vindo em direção a Terra, a extinção do ser humano parece eminente. Países de todos os cantos do planeta lançam mísseis nucleares na esperança de destruí-lo, mas os mísseis não fazem efeito pois não se tratava de um cometa.
A bola de luz entra na atmosfera e quando tudo parece estar acabado, sua velocidade é reduzida e ela aterriza num lago em Seattle. A luz diminui em um ponto intenso até explodir, deixando 4400 pessoas.
Todas essas pessoas estavam desaparecidas, algumas há meses e outras há mais de 50 anos, mas nenhuma envelheceu um dia sequer.
Todos ficam em quarentena, recebem uma pulseira de identificação e eventualmente voltam para suas famílias - quando ainda há.
A série gira em torno da vida de algumas dessas 4400 pessoas que retornaram e agora têm de retomar a sua vida interrompida.
Logo após serem liberados, alguns retornados começam a experimentar novas e inexplicáveis habilidades. Está nas mãos de Tom Baldwin e Diana Skouris, dois agentes, descobrir o mistério por trás dos 4400.


Escuto o nome dessa série desde criança (meu pai adorava/adora imitar o narrador kkk), mas nunca havia parado para assisti-la ou conhecer sua sensacional história. Ao ler a sinopse alguns podem torcer o nariz por considerá-la demasiadamente fantasiosa e/ou confusa, porém garanto que ela é surpreendentemente lógica.

Na resenha de 'Bates Motel' eu disse que uma das minhas características favoritas da série era não haver 'encheção de linguiça' nos episódios e The 4400 se encaixa perfeitamente nessa descrição. Todo diálogo é crucial e um acontecimento está totalmente interligado ao outro.

A história foi muito bem escrita, construída, sustentada e representada por seu elenco no decorrer das 4 temporadas.


No piloto - enquanto o suposto 'cometa' ameaça a existência humana - podemos sentir o medo da população e a agonia dos agentes da NTAC (The National Threat Assessment Command), porém esses sentimentos dão lugar à milhares de dúvidas e receios quando a bola de luz explode, deixando 4400 pessoas - algumas consideradas desaparecidas e outras já dadas como mortas - sem memória alguma do que as aconteceu em seus respectivos períodos de sumiço. O telespectador embarca junto com os personagens criando diversos questionamentos que parecem impossíveis de serem respondidos, pois - como se já não bastasse - todos continuam com a mesma idade do dia do desaparecimento.

A NTAC - órgão do governo - rapidamente recolhe todos os retornados, os cadastra e os coloca em uma espécie de quarentena durante algumas semanas para realizar uma bateria de testes e exames em cada um deles e, mesmo após liberá-los, continuam os monitorando.

Após retomarem suas vidas, alguns dos 4400 começam a apresentar habilidades extraordinárias como telepatia, telecinese, força, cura e etc e os agentes responsáveis pela investigação desses casos são Tom Baldwin e Diana Skouris.


Thomas Baldwin é ex-agente da FBI e tem um filho chamado Kyle. Diana Skouris é uma das melhores cientistas de campo da NTAC e é designada parceira de Tom no episódio piloto.

O que ambos não imaginam é que o envolvimento deles no caso 4400 deixará de ser exclusivamente profissional.


Apesar de ser uma série antiga o enredo traz à tona um debate totalmente atual que nos faz mudar de opinião constantemente. É inteligente, impactante e envolvente. 

Se você vivesse no cenário da história qual seria sua opinião sobre os 4400? Seria a favor ou contra? Teria medo ou os veria como heróis? Eles deveriam ser livres ou constantemente regulados? As habilidades precisariam ser inibidas ou poderiam ser mantidas?

“Não somos uma ameaça. Somos a salvação. O mundo terá que lidar conosco”.

Infelizmente a série foi cancelada após o término da 4ª temporada deixando seus fãs sem respostas. O motivo do cancelamento foi baixa audiência e conflitos internos, mas - graças a Deus - foram lançados dois livros que seriam respectivamente a quinta e sexta temporada. “Welcome to Promise City” de Geg Cox e “Promises Broken” de David Mack. Pretendo comprá-los e lê-los o mais breve possível.


E vocês, já assistiram essa série? Se sim, o que acharam dela? Se não, têm vontade? Me contem nos comentários!

Até a próxima.

quarta-feira, 1 de março de 2017

The Flash

quarta-feira, março 01, 2017 12
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Hoje trago a resenha de uma série que me surpreendeu positivamente: The Flash. Há alguns meses todos estavam falando sobre ela e automaticamente torci o nariz pois pensei que não gostaria do gênero, mas percebi que estava enganada desde o piloto.

Tudo começou com o meu irmão, Lucas. Ele estava em busca de sua primeira série e me pediu indicações. Sem nunca tê-la visto e cheia de pré-conceitos a indiquei pois presumi que ele gostaria e foi exatamente o que aconteceu, porém não imaginei que ele viciaria.

Em menos de 1 semana ele assistiu a 1ª temporada inteira (são 23 episódios!) e isso me deixou extremamente empolgada e curiosa. Estava reassistindo House com o Léo - minha série favorita de todos os tempos que batalhei durante anos para que ele aceitasse rever comigo - e ainda assim resolvi pausá-la para conhecer Barry Allen (Flash). Resultado: também viciamos! Kkk.

Não a engolimos como o meu irmão devido ao estágio que tem me feito dormir às 22h, mas finalizamos a 1ª temporada ontem e eu já não via a hora de resenhá-la para vocês!

Porém antes de começarmos deixo claro que não sou leitora de HQ e falarei exclusivamente sobre a série sem compará-la ou destacar possíveis referências.

Vamos lá?


  • Criado por: Greg Berlanti e Andrew Kreisberg.
  • Ano de lançamento: 2014.
  • Com: Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker e mais.
  • País: EUA.
  • Gênero: Fantasia, ação.
  • Status: Em produção.
  • Duração: 42 minutos.
Barry Allen é um cientista forense de 25 anos que aos 11 anos viu sua mãe (Nora Allen) ser assassinada por algo que todos consideram impossível e, como se esse trauma não fosse suficiente, seu pai (Henry Allen) foi condenado injustamente por esse homicídio. Desde então Barry procura o verdadeiro culpado na tentativa de tirar seu pai da cadeia.
Após o acontecido ele foi morar com Joe West - detetive de polícia - e sua filha Iris West - por quem sempre foi apaixonado, porém nunca teve coragem de dizer.
Quando a ativação do acelerador de partículas do S.T.A.R Lab's resulta em uma explosão, Barry é atingido por uma tempestade de raios e os produtos químicos de seu laboratório e passa 9 meses em coma.
Dr. Harrison Wells (dono do S.T.A.R Lab's) e sua equipe (Caitlin Snow e Cisco Ramón) levam Barry para o laboratório e o tratam, salvando sua vida. Quando ele acorda descobre que adquiriu super-velocidade e deduz que o verdadeiro assassino de sua mãe tenha a mesma capacidade.
Com a ajuda de Dr. Wells, Caitlin e Cisco, Barry aprimora seus poderes e decide usar esse novo dom para proteger Central City e encontrar o homicida, tornando-se o Flash.


A história de Barry é extremamente triste e é inevitável não sentir-se tocado desde o início, pois o - excelente - episódio piloto revela todos os detalhes do seu passado.

De uma forma geral, a primeira temporada tem como foco principal a evolução de Barry como Flash. Com o auxílio da equipe S.T.A.R (Dr. Harrison, Dr. Snow e Cisco Ramón) ele desafia os limites da sua velocidade buscando aprimorá-la para tentar descobrir quem matou sua mãe e, assim, tirar seu pai da cadeia.

Mas não é somente isso.

Logo eles descobrem que Barry não foi o único afetado pela explosão do acelerador de partículas, mas - talvez - o único que decidiu usar seus poderes para o bem. Todo dia surgem novos vilões e Flash - anonimamente - se torna o guardião de Central City.

A polícia também acaba percebendo anormalidades inexplicáveis nas cenas de crime e Barry - como cientista forense - as desvenda com uma facilidade que deixa Joe intrigado. Não demora para que a mídia noticie os acontecimentos e descubra as consequências da explosão do acelerador.

A partir daí Barry precisa mentir sobre seus poderes para as pessoas que mais ama, incluindo Iris, na intenção de protegê-los. Cisco também aprimora o uniforme do Flash, tanto para preservar a identidade de Barry quanto para que a roupa suporte sua velocidade.


Apesar de ser super-herói, Barry também leva uma vida normal... Na medida do possível, é claro.

Ele esconde seu amor de infância por Iris - que o considera irmão por terem crescido na mesma casa - e quando ela começa a namorar ele sofre bastante.

Sua relação com Joe é de pai e filho, mas não substitui a ausência de seu pai verdadeiro - que ele visita de vez em quando - e Dr. Wells é seu mentor e grande ídolo.

Cisco e Caitlin acabam se tornando seus melhores amigos e eles saem juntos algumas vezes após o "trabalho" e é em uma dessas saídas que Barry descobre que não consegue ficar bêbado.

Essa informação parece irrelevante até você parar pra pensar que isso (não) acontece porque - falando de maneira chula - o metabolismo dele é acelerado. Além disso, a quantia de energia que ele gasta correndo o faz consumir quantidades enormes de comida. Esses detalhes são bem simples e ao mesmo tempo bastante inteligentes, trazendo um pouco de realidade no meio de toda ficção.

Caitlin, Joe, Iris, Barry e Wells - Só faltou o Cisco.
Não conhecia nenhum dos atores do elenco principal e, apesar de todos terem me agradado, um em especial chamou minha atenção: Tom Cavanagh - que interpreta o Dr. Wells. Seu personagem é extremamente misterioso e inteligente e ele consegue demonstrar isso só de olhar.

Isso, apesar dos apesares, fez com que o Harrison Wells se tornasse um dos meus personagens favoritos de todos os tempos - perdendo apenas para o lendário Gregory House.


The Flash é uma série dinâmica, engraçada e inteligente, todos os episódios são bem construídos, o roteiro é bem escrito e tem ação na medida certa.

Vou parar por aqui para não soltar nenhum spoiler, mas se vocês ainda a não assistiram, assistam ao menos o piloto... Tenho certeza que valerá a pena e que dificilmente conseguirão assistir apenas ele.

Deixem aqui nos comentários o que acharam da resenha e eu terei prazer em respondê-los e tirar quaisquer dúvidas que possam surgir.

Até a próxima! <3