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domingo, 8 de outubro de 2017

Rock In Rio 2017 + Special Weekend

domingo, outubro 08, 2017 0
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Há quase 2 anos escrevi sobre o Rock In Rio de 2015 e publiquei nesse blog. Coincidentemente foi a minha 2ª postagem na plataforma. Meu objetivo em relação ao Me chama de Bella (que inicialmente se chamava Isabella Nogueira Proença) sempre foi muito bem definido, mas ainda assim é extremamente louco (no bom sentido) estar registrando mais um Rock In Rio aqui. 


Dessa vez eu e o Léo não ganhamos os ingressos, os compramos. Queríamos ir no dia 16/09 por causa do Maroon 5, mas esgotou em minutos e não conseguimos. Ficamos extremamente chateados e optamos por comprar para o sábado seguinte onde a atração principal seria a banda Guns N' Roses.

O problema que quase nos impediu de estar no festival foi o cartão de crédito. Ele havia pagado a fatura há 2 dias e achamos que seria suficiente para liberar limite... Salvo engano. Quando chegou a nossa vez na fila de espera o bendito cartão simplesmente não passou e deu início ao maior drama dos últimos meses.

Meu pai me emprestou o dele, mas só tinha limite para 1 ingresso. Não pensei muito - porque provavelmente desistiria - e comprei. O Léo testou outro cartão que também não passou e começamos a entrar em desespero.

Meu amigo, Rodrigo, não tinha certeza se iria ou não, porém o deixei tão nervoso que ele comprou o ingresso dele na hora e pouco depois a data esgotou oficialmente.

Ficou um clima bem chato entre nós pois esperamos muito o início das vendas e no fim das contas sequer compramos o nosso par.

No dia seguinte o tal limite foi liberado e ele comprou 1 ingresso para o dia 17/09 (Justin Timberlake) na intenção de trocá-lo futuramente. Esquecemos o assunto durante algum tempo pois ainda faltavam 5 meses para o evento (tudo isso ocorreu em abril).


Passados alguns meses o Léo começou postar em grupos de troca e venda de ingressos do RiR no facebook, mas não obtinha nenhum retorno. Como o show estava cada vez mais próximo decidimos vender em vez de trocar pois poderíamos usar o dinheiro para comprar o outro, porém praticamente não havia procura para o dia 17 e para vendermos tivemos que abaixar bastante o preço. Para vocês terem noção da dificuldade: quando finalmente encontramos um comprador tomamos um prejuízo de R$20,00 e ficamos felizes.

A primeira etapa do plano foi concluída e desencadeou a última e mais complicada: comprar o dia 23 sem precisar vender nossos rins para pagar. O valor mínimo que encontrávamos nos grupos para a meia-entrada era de R$400,00 e não estávamos dispostos (e nem tínhamos essa quantia em mãos) a desembolsar esse absurdo.

Foi então que a nossa sorte virou: o Rock In Rio - que anunciou após o encerramento das vendas em abril que não o faria - abriu a venda extraordinária de ingressos em agosto e após a tensão da fila de espera o problema foi resolvido. Compra efetuada com sucesso!


Ah, não poderia deixar de mencionar um detalhe importante...

Devido ao prejuízo optamos por retirar o ingresso ao invés de receber em casa ("economia" de R$25,00) e o Léo passou nada mais nada menos do que 5h na fila, tadinho.

Então se posso dar um conselho em relação ao assunto é: não vale a pena retirar quando se tem a opção de receber. Ele gastou R$8,40 de passagem (ida e volta) e R$2,00 com água, se nós arredondarmos custou R$11,00, ou seja, com mais R$14,00 ele não teria passado esse sufoco.


Enfim... A partir daí a preocupação deu lugar à ansiedade.

Além de estarmos ansiosos pelo Rock In Rio em si também havia uma coisa muito importante prestes a acontecer.

Algumas linhas acima mencionei meu amigo Rodrigo. Nós nos conhecemos através das redes sociais (orkut e facebook) e conversamos há 5 anos, porém - até então - nunca tínhamos nos encontrado pessoalmente. Acredito que hoje em dia essa seja uma história simples e corriqueira, mas a nossa amizade está a anos-luz de ser algo comum.

Explicar o que ele representa na minha vida é um pouco complicado pois ainda que eu já tenha tido vários tipos de amigos, jamais imaginei que um dia teria uma amizade tão incrível com alguém. Ele é único e irradia algo tão bom que faz com que eu me sinta privilegiada por poder chamá-lo de melhor amigo.

E é exatamente por ele ser tão especial que irei fazer uma postagem exclusiva sobre todos os motivos que me fizeram (e fazem) considerá-lo dessa forma. Por ora creio que esse breve resumo seja suficiente para vocês entenderem o valor do momento que se aproximava.

Apesar dele ter comprado o ingresso não levei muita fé na vinda. Depois de tanto tempo combinando encontros a sensação que eu tinha era a de que nunca iria acontecer.

Mas aconteceu!

SEXTA-FEIRA:

Dia 22/09, sexta-feira, o Guigo chegou no RJ. Ele mora em Rio das Ostras e desembarcou na rodoviária Novo Rio. A Hortência (amiga dele) também veio para o show, ela mora no Espírito Santo e eles são amigos há mais tempo do que nós, mas também não se conheciam pessoalmente.

Ele desembarcou antes de 19h e o ônibus da Hort estava previsto para 21h, então eu e o Léo fomos encontrá-lo antes dela chegar.

No caminho da rodoviária a ansiedade se transformou em nervosismo e o mesmo se agravou por causa do congestionamento que pegamos, porém quando de fato o vi e o abracei foi tão natural que rapidamente esse sentimento deixou de existir.

Estava tão feliz que até agora é difícil crer que realmente aconteceu, mas graças a Deus tenho as fotos para comprovar. Só Ele sabe o quanto as desejei! Kkkk.



Ficamos aguardando a Hort e não lembro exatamente que horas ela chegou, mas foram mais de 10h de viagem... Muita coisa! Eles ficaram hospedados no apartamento do primo do Guigo (na Tijuca) e eu e o Léo fomos até lá com eles pois combinamos de ir para a Lapa depois que eles tomassem um banho.

Gostamos muito do primo do Guigo (Gabriel) e além dele conhecemos a Carol e o Saulo - que são irmãos e estavam passando as férias na cidade.

Esperamos a Hort e a Carol se arrumarem e fomos todos juntos. Pegamos o metrô porque mesmo se quiséssemos pegar um uber não poderíamos e também porque o apartamento do Gabriel fica pertíssimo da estação Uruguai (sonho!).

Fazia bastante tempo que não saíamos com um grupo de amigos à noite e foi super divertido! Ia levá-los no Cana KrioK - coisa que prometi pro Guigo desde que conheci o bar - mas infelizmente estava fechado e após rodarmos bastante acabamos bebendo na rua mesmo.




Os levamos na Escadaria Selarón para tirarmos algumas fotos e de "bônus" vimos uma apresentação de uns caras cuspindo fogo. Apesar de ser "maneiro" odiei porque eles estavam fazendo isso bem perto das pessoas e fiquei morrendo de medo de acontecer algum acidente.


Planejávamos ir embora meia-noite no máximo pois nossa intenção era chegar bem cedo no Rock In Rio no dia seguinte, mas 2h decidi apresentá-los ao meu segundo lugar favorito da Lapa: o salgado de R$1,00.

Na Rua do Lavradio 172, em frente à delegacia, tem uma lanchonete que vende todos os tipos de salgados por R$1,00. Sei que o preço é bizarro e nos faz duvidar da procedência, porém é delicioso, está sempre fresco, em mais de 1 ano nunca nos fez passar mal e... CUSTA UMA MOEDINHA!

Todos gostaram da descoberta, mas a Carol literalmente amou! Ela mora em Curitiba e ficou tão empolgada que na mesma hora compartilhou em todas as redes sociais, foi muito engraçado! Kkkk.


Depois disso eles pediram uber para ir embora, mas tiveram que ser 2 por causa da quantidade de pessoas. O Guigo e a Hort estavam destruídos e por ironia do destino o uber deles foi o que mais demorou, porém no fim deu tudo certo. Pegamos uma carona porque a casa do Léo era caminho e 4h estávamos todos prontos para dormir.

4H!

SÁBADO (RiR):

No "dia seguinte" acordei 8h e estava super cansada, mas queria muito chegar cedo no festival. Acordei o Léo um pouco depois e nos arrumamos. Demoramos um pouco para sair devido alguns imprevistos, mas fomos assim que ele terminou de almoçar.

Passamos no mercado e compramos alguns biscoitos, levamos garrafinhas de água e uma canga na mochila.

O Guigo e a Hort acordaram um pouco mais tarde e foram comprar algumas frutas para levar e também para fazer uma batida com a vodka que o Guigo trouxe pra Hort.

Nós pegamos o metrô sentido Uruguai para encontrar com eles lá e irmos todos sentados e juntos. Os esperamos na própria estação e eles demoraram um pouco, mas os metrôs estavam saindo de 5 em 5 minutos e assim que eles chegaram entramos e logo estávamos a caminho.




No decorrer das estações o metrô ficou cheio, mas nada comparado ao horário semanal de hush. Foi uma viagem tranquila e relativamente rápida até o Jardim Oceânico e saltamos em direção ao BRT.

Não tivemos a mesma sorte de irmos sentados porque entramos no primeiro que vimos e demorou um pouco mais do que esperávamos, mas também não tivemos nenhum problema.

Ao chegar na Cidade do Rock pensei que o evento seria desorganizado pois na entrada se formou um aglomerado de pessoas que eu não lembrava ter visto em 2015, mas graças a Deus foi algo breve.

Garantimos as passagens de volta do BRT e passamos pela "revista". Fiquei com uma raiva enorme pois o funcionário responsável sequer olhou minha mochila. Quando ia abri-la ele disse: "fecha, tchau!". O lado bom foi que ficamos com as tampas das nossas garrafas o dia inteiro, mas se eu soubesse que seria assim teria levado muitas outras coisas.

Entramos por volta de 17h. A primeira coisa que vimos foi o letreiro vermelho e não perdemos a oportunidade de tirar várias fotos.





Eu não tinha noção do tamanho do Parque Olímpico da Barra e fiquei surpresa, principalmente porque não estava ciente das atrações. O Léo me explicou algumas coisas, mas o lugar é tão imenso que é quase impossível conhecer tudo se você não chegar assim que os portões abrirem (de preferência antes).

O dia passou voando e admito que perdemos mais tempo do que deveríamos com as fotos. Eu e o Léo queríamos ter visitado todos os stands, mas o primeiro dos poucos que fomos foi o do Tinder já a noite. Consegui filmar os fogos de abertura do Palco Mundo de lá. Eles estavam fazendo cabelo, maquiagem e imprimindo as fotos tiradas na cabine, além de disponibilizarem várias plaquinhas divertidas. Tiramos uma foto muito fofinha!



Os Titãs abriram o Palco Mundo e assistimos um pouco do show enquanto procurávamos o primo da Hort. Ficamos em frente ao stand da Niely e eu queria muito ter ido nele pois também estavam fazendo cabelo e maquiagem, mas a fila estava imensa e extremamente demorada.

Depois fomos no Johnnie Walker (ao lado) que também estava fotografando e imprimindo, mas precisava de identidade e a minha mochila estava com o Guigo que tinha ido no banheiro com a Hort. Enquanto eu o esperava o Léo tirou uma foto sozinho e quando ele chegou tiramos uma juntos.



Pouco antes do show acabar fui ao banheiro com o Léo e aproveitamos para andar um pouco. Íamos ficar na fila para pegar os copos do Itaú, mas desistimos quando vimos o quanto ela tinha aumentado desde a última vez que passamos pelo stand. Fomos então conhecer a Rock Street.

Esse ano o continente africano foi o homenageado e várias bandas e cantores da África se apresentaram. E, além dos inúmeros restaurantes, passamos por alguns stands e visitamos 1 deles.

No stand de uma empresa de aluguel de carros o teto estava cheio de chaves numeradas, a parede com os armários correspondentes e o chão com camas elásticas. O objetivo era pular, pegar uma chave e abrir o armário. Dentro do armário estava escrito qual o brinde que a pessoa iria levar (variava entre uma guitarra de inflável, alguns descontos e um carregador de celular). A fila estava grande e como os brindes não chamaram a nossa atenção continuamos andando.

O stand da Fanta Guaraná era uma espécie de lounge. Haviam puffs para descansar, tomadas para carregar o celular, degustação do refrigerante e um cipó para tirar fotos. Como minha saga de 1 ano sem refrigerante continua e não estávamos afim de nos pendurar no cipó, seguimos em frente.

Paramos no stand da Prevent Senior que consistia em um karaokê e foto temática impressa porque a fila estava pequena não era preciso cantar para tirar a foto. Foi bem rapidinho porém divertido pois o grupo que estava no karaokê quando entramos era bem animado e estava cantando a música 'Somos tão jovens'.


Nossa última parada foi no Cup Noodles. Era a coisa mais barata que tinha para comer no Rock In Rio: R$5,00. Como já estávamos bastante cansados ficamos sentados no restaurante comendo e descansando um pouco. Também haviam tomadas para carregar os celulares, mas os nossos aguentaram bem o dia inteiro e não precisamos nos preocupar (nem levamos os carregadores).

Enquanto voltávamos nos assustamos com o tamanho da fila do stand de troca de copos da Heineken. Estava quase tão grande quanto a do Itaú em um espaço bem menor.

O Guigo e a Hort continuaram no mesmo lugar e não foi difícil encontrá-los. A Hort encontrou o primo dela e escolhemos um lugar no gramado para assistir o show do The Who durante o show do Incubus (que já estava no fim). Estendi minha canga e fiquei sentada até começar. O Guigo continuou em pé, o Léo deitou durante alguns minutinhos e a Hort sentou um pouco.

Minhas costas e meus pés estavam doendo tanto que permaneci sentada durante a maravilhosa apresentação dos drones.


Levantei assim que The Who iniciou o show e foi sen-sa-cio-nal! Não sou fã de nenhuma banda e já disse várias vezes que não sou de escutar música, mas vê-los em cima do palco foi inspirador. O Guigo é super fã, estava visivelmente emocionado e fiquei extremamente feliz por estar presente num momento tão marcante e significativo da vida dele.

Foi o primeiro show que assisti de verdade e fiquei admirada com a energia e a empolgação do grupo como um todo, mas quem mais me chamou a atenção foi o guitarrista Pete Townshend: o achei extremamente simpático e bem fofinho.

Uma das coisas que me surpreenderam foi a idade dos integrantes. O mais novo - que entrou depois - tem 32 e o mais velho 73, mas a média de idade é 61 anos. É lógico que se tratando de uma banda com 53 anos de estrada essas idades são normalíssimas, porém o espanto é em relação a disposição de todos que - diga-se de passagem - dariam de 10 a 0 em mim com facilidade.


Quando a apresentação acabou corremos para procurar um lugar para descansar enquanto aguardávamos o Guns. Imaginamos que haveria um grande atraso e estávamos quebrados. O primo da Hort resolveu se aproximar da grade e ela ficou conosco.

No caminho do gramado vimos o Christian Pior com a equipe do Pânico entrevistando algumas pessoas. Eu, o Guigo e a Hort não nos importamos, mas o Léo (que tem vergonha de assumir que assiste o programa todo domingo) ficou todo animado. Deitamos, ele continuou em pé e depois de poucos minutos não resistiu e foi até lá.

Quando ele voltou contou que havia sido entrevistado e pensamos que fosse brincadeira, mas - sendo isso bom ou ruim - não era.

(Cortaram a entrevista na exibição do programa, mas ele apareceu durante alguns segundos e ficou todo contente! Kkkk.)


Para surpresa geral o Guns foi pontual e não nos deu o tempo necessário para descansar que achamos que teríamos. Corremos para o gramado para tentar recuperar o lugar, mas já não tinha como.

Eu estava com tanta fome, tanto sono e tanta dor que já não conseguia raciocinar direito. Me deu vontade de ir no banheiro e o Léo foi comigo. Tinha um Bob's ao lado vendendo hambúrguer por R$20,00 e comprei um para dividirmos. Íamos voltar pra perto do palco, mas não dava. Por Deus, não lembro de ter ficado tão cansada no ano retrasado e nem na vida!

Em frente ao Bob's tinha um gramado com bastante espaço e nós não resistimos e deitamos. Mandei mensagem pro Guigo no whatsapp avisando e a ideia era ficar só um pouco e voltar, mas adivinhem só: eu dormi.


Quando acordei a primeira coisa que vi foi o Guigo em pé e depois a Hort do lado dele. Fiquei meio confusa pensando "por quanto tempo eu dormi?", mas na verdade eles quiseram ir embora antes do término do show e vieram até nós.

Não posso comentar sobre o show do Guns porque não o assisti, mas ouvi o Axl cantando enquanto estava deitada e não me agradou muito.

Fomos embora e a caminhada até o BRT foi árdua, mas vencemos! Kkkk. O que estava prestes a sair não tinha mais lugar para sentarmos, mas a vontade de sair de lá era tanta que o pegamos mesmo assim. O Léo e o Guigo ficaram em pé e eu e a Hort sentamos no chão e fomos até Jardim Oceânico pegar o metrô.

Como saímos mais cedo pegamos o metrô mega vazio e foi ótimo. Eu e o Léo saltamos antes da Central e o Guigo e a Hort saltaram em Uruguai.

Não lembro a hora exata que chegamos, mas foi por volta das 6h. Quando deitamos já estava amanhecendo e dormimos imediatamente - estávamos completamente exaustos.

DOMINGO:

Acordei achando que ainda era de manhã, mas quando olhei o relógio me deparei com 13h30min. Levei um susto! Apaguei totalmente.

Mandei mensagem pro Guigo e para minha surpresa ele estava acordado e pior: sequer havia dormido. Se eu continuava cansada mesmo após as horas de descanso nem conseguia imaginar como ele estava se sentindo, mas a noite tanto ele quanto a Hort iam embora e não podíamos perder tempo.

O Guigo chamou eu e o Léo para irmos no shopping Tijuca com eles, mas o Léo teve que ficar em casa para receber o Pietro (primo italiano dele que estava no Brasil para visitar a família) e eu fui sozinha.

A Hort quis conhecer o Novo Maracanã e foi assistir o jogo do Fluminense contra o Palmeiras. Como o estádio fica bem perto do shopping, o Guigo a levou e depois voltou para me encontrar.

Depois de MUITA insistência (pensem numa pessoa teimosa!), nós almoçamos e ficamos conversando na praça de alimentação. Foi muito bom reafirmar, através de uma conversa simples e rápida, a certeza que eu já tinha sobre o quão importante ele é para mim.

Quando o jogo acabou fomos buscar a Hort e ela nos encontrou no meio do caminho. Voltamos para o shopping pois ela quis comer no MC Donald's e eu comprei um frappuccino mocha branco no Starbucks porque estou tentando aprender a tomar café.



A Hort já tinha comprado a passagem de volta e assim que ela terminou de lanchar o Guigo chamou o uber para irmos até o apartamento do Gabriel pegar as malas deles. Estávamos com um pouco de pressa por causa do horário (o ônibus saía 20h30min) e não demoramos muito para sair de lá.

O Guigo chamou outro uber e ficamos esperando em frente ao prédio, mas demorou um pouco mais. Ele me deu o boné do Botafogo dele e uma florzinha lilás... Achei muito lindinho! ♥


O uber chegou e não há pessoa melhor para falar sobre ele do que o Guigo.

Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha.

Mas falando sério: que cara chato, puta que pariu! Demorou uma eternidade, tivemos que colocar as malas entre as nossas pernas no banco de trás e ele não calava a boca. No áudio o Guigo disse foi: "pra cima de moir?" que virou nosso jargão porque era uma frase que o motorista não parava de dizer.

Como se já não bastasse, pegamos congestionamento e tivemos que descer do carro no meio da pista para chegarmos a tempo da Hort embarcar. Foi muito corrido, mas conseguimos!

O Guigo não comprou passagem dele com antecedência porque disse que saem ônibus para cidade dele o tempo todo e pude confirmar isso naquela noite. Fomos comprar a passagem dele e o ônibus saía em 5min.

Confesso que fiquei triste porque achei que ainda teríamos mais alguns minutos, mas também sabia que quanto antes ele embarcasse mais rápido chegaria. Ele me perguntou várias vezes se eu queria que ele trocasse o horário, ofereceu dinheiro pro táxi e tentou descer do ônibus depois de já ter embarcado porque se sentiu culpado em me deixar "sozinha". Um amorzinho. Fui embora engolindo o choro e demorei um pouco para chegar na casa do Léo - que estava todo preocupadinho - mas cheguei bem.

Pôr-do-sol no Parque Olímpico da Barra (23/09).

Agradeço a Deus por colocar uma pessoa maravilhosa como o Rodrigo no meu caminho e por tê-lo feito permanecer durante todos esses anos. Vê-lo foi a cereja do bolo e as fotografias são uma forma de eternizá-lo na minha memória.

Apesar dos muitos pesares da vida, há momentos em que o único sentimento que vale a pena nutrir é o de gratidão e os momentos descritos acima, sem dúvidas, são alguns deles. Irei guardá-los para sempre.

Como a Hort disse: "foi um final de semana puxado, mas valeu muito a pena". 

E é isso!

Até a próxima! 

sábado, 22 de julho de 2017

Dia do Amigo #2

sábado, julho 22, 2017 6
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Estava relendo minhas postagens antigas e me deparei com uma reflexão que fiz sobre a importância da amizade no dia do amigo do ano passado. Coincidentemente - ou não - essa publicação completa 1 ano hoje e recentemente aconteceram algumas coisas que me fizeram refletir novamente sobre o assunto. Não havia passado pela minha cabeça compartilhar o ocorrido com vocês, mas após esse flashback senti vontade.

Preciso começar dizendo que sou uma amiga horrível e não me orgulho disso. Não mudei absolutamente nada no quesito intensidade e acredito que sempre serei 8 ou 80, mas ainda que não possamos alterar quem somos podemos nos tornar versões melhores de nós mesmos e é isso que busco... Ou ao menos penso estar buscando.

A Maiara é minha melhor amiga há quase 8 anos e é graças a ela que o 'Me chama de Bella' existe (entenda). Durante 4 anos nossas casas eram extremamente próximas e nos víamos constantemente, mas em 2013 me mudei e - apesar de não ter ido pra longe - inevitavelmente nosso contato (presencial) foi afetado. 

Continuamos nos falando todos os dias, nos vendo quando podíamos e tudo bem! Nos afastamos realmente quando nossas vidas ficaram corridas de formas diferentes ano retrasado: ela prestes a casar e eu trabalhando e estudando no Centro do Rio (somos de Belford Roxo). Já namorava com o Léo na época e passei a ficar mais na casa dele do que na minha devido a proximidade, enquanto ela foi morar em Cabo Frio com o marido. 

Já existia whatsapp e nós duas tínhamos smartphones, mas não era a mesma coisa. Conhecemos pessoas diferentes, fizemos novas "amizades" e não participávamos mais do dia-a-dia uma da outra. Triste, porém natural. A questão é que não sabíamos que tiraríamos muitas lições dessa fase (que perdura até hoje) e que esses acontecimentos só fortaleceriam a nossa relação.

Quando ela casou assinei os papéis de testemunha. Quando perdi meus bebês ela deu seu jeito e ficou ao meu lado. Quando seus avós faleceram eu dei meu jeito e fiquei ao lado dela. Quando precisei ficar sozinha ela não entendeu e nem aceitou, mas me respeitou.

Aos poucos nos adaptamos a distância e as rotinas distintas e encontramos um equilíbrio. Retomamos o contato diário, ela voltou a morar em seu antigo endereço e descobrimos que apesar de sermos o oposto uma da outra, o laço que nos une é extremamente mais forte do que qualquer divergência que possuamos.

Porém somos dois seres humanos perfeitamente imperfeitos e há pouquíssimo tempo vacilei sem motivo algum. Sempre tenho alguma justificativa espetacular e argumento até a pessoa se desculpar pelo meu próprio erro, mas dessa vez sequer tinha um raciocínio lógico para seguir. I was just an asshole. E o que ela fez? Textão falando merda.

Sabe quando você lê algo e pensa: "fulano tem sorte de não estar na minha frente nesse momento"? Foi exatamente isso que passou pela minha cabeça. E o que eu fiz? Nada. Respondi: "ok" e basicamente não nos falamos mais durante duas eternas semanas (além dela ter me deletado de todas as redes sociais do planeta). Fiquei com muita raiva e meus dedos coçavam para enviar uma resposta à altura, mas tinha consciência que estava errada e se tem algo que não sou é injusta.

Decidi, então, aceitar. O ocorrido nada mais representaria do que o fim de um longo ciclo. Continuaria vivendo a minha vida enquanto ela continuaria vivendo a vida dela. Simples. Não me considero orgulhosa, mas não me importo com quase nada e pensei que deixar pra lá seria fácil... Wrong.

Optei por chamá-la pra conversar com o pretexto de esclarecer os acontecimentos e me surpreendi com minhas próprias palavras. Admitir uma falha é um exercício e tanto! Pensei que ela seria ríspida, mas também estava aberta e fomos capazes de solucionar nossos problemas e perdoar. 

Alguns dias depois fui visitá-la após 2 meses sem vê-la e confesso que estava receosa, mas ao chegar na casa dela percebi que não importa o que aconteça, nós somos sempre nós. Conversamos, rimos, comemos, tiramos fotos e por um momento voltei a ter 13 anos. 

Anteontem (20/7/17) foi de fato dia do amigo e ao pesquisar alguns textos sobre o assunto para homenageá-la, me deparei com este: 

"Amizade vai além do momento.
É comum ser amigo de contextos idênticos e se distanciar com os hábitos diferentes.
Quando você está solteiro, o normal é fazer cumplicidade com quem frequenta festas e não se apega a uma relação. Quando está casado, o normal é criar laços com outros casais e privilegiar jantares e viagens. Quando está com filhos, o normal é sair com quem também está conhecendo as manhas e as longas manhãs dos bebês.
Amizade verdadeira ultrapassa a normalidade e o oportunismo do convívio.
Estas nem são amizades verdadeiras, mas afinidades circunstanciais. São colegas de uma época, de uma fase, de um estilo. Acabam unidos provisoriamente por um gosto, circunscritos a uma vizinhança etária. Desaparecem diante de nossa primeira mudança, de nossa primeira transformação de personalidade.
Permanecem quando há um interesse imediato, um arranjo benéfico do cotidiano, e somem quando não existe mais uma desculpa para se ver e se ouvir. Dependem de um pretexto para se manter próximos.
Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos.
Os conhecidos da faculdade ficarão na lembrança do quadro ­negro assim que nos formarmos. Os conhecidos dos cursos de idiomas ficarão nos livros de exercícios assim que dominarmos uma nova língua.
Amigo mesmo é o que não experimenta uma fase igual e permanece junto. Quebra o espelho e não se machuca com os cacos.
Amigo mesmo é o que não tem filho e vem brincar com nossas crianças, não reclama dos gritos e dos choros e não diz que “pela trabalheira, não pensa em ser mãe ou ser pai tão cedo”. Não se justifica, está lado a lado qualquer que seja o cenário.
É aquele que se separou e não amaldiçoa nossa paixão recente. É aquele que não tem emprego fixo e não inveja o nosso sucesso. É aquele que não tem nenhum problema grave e escuta com paciência e atenção as nossas lamúrias.
Não é o de empatia fácil, feita de experiências semelhantes: só porque atravessa a fossa entende a nossa fossa, só porque transborda de alegria festeja a nossa alegria.
Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando nossa mão." (Fabrício Carpinejar)

Ele (especialmente as frases em negrito) descreve com perfeição o que nossa amizade representa e o significado que ela tem para nós. Essa briga me fez perceber que a importância da Maiara na minha vida é muito maior do que eu imaginava e agora, mais do que nunca, tenho certeza que ela sempre fará parte dela.

Jamais desvalorize quem merece permanecer por perto.

Te amo, florzinha mais linda do meu jardim! 🌻 
E aos meus queridos e seletos amigos, deixo a postagem que fiz no Facebook:

"Quem me conhece sabe o quão desapegada sou. Quando faço uma amizade aviso de antemão que sou uma amiga horrível. Conquistar minha confiança e, principalmente, meu carinho é uma tarefa árdua, mas a partir do momento em que ela é concluída é QUASE impossível revertê-la. Conto meus amigos verdadeiros nos dedos e agradeço a Deus por, mesmo sendo uma pessoa extremamente complicada, continuar os tendo por perto. Obrigada por tudo! Os amo muito!"

Até a próxima! <3

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Formatura do Luiz Gonzaga

quinta-feira, novembro 24, 2016 22
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Hoje venho compartilhar um momento incrível da vida do Luizinho, melhor amigo do meu noivo. Ele se formou em administração pela UERJ e nós tivemos o privilégio de prestigiá-lo, tanto na colação de grau quanto na festa.


A colação de grau foi dia 23/10, domingo, na Tijuca. Foi uma cerimônia muito bonita, emocionante e engraçada.

Como vocês sabem, gosto muito de escrever e fiquei imaginando qual discurso seria escrito por mim e cheguei a conclusão que, se fosse possível, provavelmente seriam todos.

Também curso Administração e tudo o que foi dito sobre o papel do administrador me tocou bastante, porém eu e o Luizinho seguiremos áreas diferentes: ele será Consultor de Investimentos e por enquanto minha escolha é Gestão de Processos.

Após a cerimônia fomos ao Frontera (Restaurante em que eu e o Léo comemoramos nossos 3 anos de namoro) do Jardim Botânico comer pizza à lenha no rodízio. Não tiramos fotos, mas foi ótimo pois todos os familiares e amigos dele estavam reunidos.


A festa de gala foi dia 4/11 na Casa Bosque da Gávea, no Alto da Boa Vista.

Ficamos sabendo a data um pouco em cima da hora e tivemos que alugar meu vestido, comprar o traje do Léo e resolver outras coisas na correria, mas no fim deu tudo certo.

O Léo compôs todo o look (exceto o blazer e o sapato que ele já tinha) na Cia do Terno do Shopping Tijuca por um preço bem ok pra qualidade das peças e eu aluguei o meu vestido na loja Rose Star Noivas, que a minha amiga Carla trabalha, em Belford Roxo.


A minha maquiagem e o meu cabelo foram feitos pela maravilhosa Andy Farias, que é maquiadora profissional, designer de sobrancelhas, hair stylist e esteticista facial. Ela fez um trabalho incrível e eu amei o resultado!


No fim, todo o cansaço e estresse foram recompensados pela noite excepcional que tivemos nessa festa. Tudo estava belíssimo e a casa é sensacional.

Haviam, se não me engano, três bares que serviam todos os tipos de bebidas. Duas cascatas de chocolate deliciosíssimas com frutas, doces e snacks em geral. Uma mesa de comida japonesa e outra de massas. E, como se já não bastasse, os garçons não paravam de servir por sequer cinco minutos, sério. Inúmeros salgadinhos, três opções de jantar e várias coisas chiques que não lembro o nome, porém com um sabor inesquecível. Ah, e pra melhorar (como se precisasse), não havia fila pra nada!

A decoração estava linda e romântica. O tempo estava chuvoso, então funcionou super bem. Haviam velas espalhadas por toda parte e a iluminação era feita somente por elas e algumas luzes de LED em 80% dos ambientes.



A pista de dança, além da comida, foi o ponto alto da noite pra mim. Apesar de não gostar de carnaval achei legal ter uma bateria de escola de samba pra animar a festa, porém nunca esquecerei o fato de ter tomado tequila na arma do anão do pânico! Sim, eu tomei! Kkkk. Como vocês devem estar percebendo, tirei poucas fotos e me arrependo... Esse momento merecia ter sido registrado! Kkkk.

Fomos embora 5h30min da manhã, acabados, com sono e dor no pé, mas extremamente felizes.



Mas, como nem tudo são flores, a nossa ida e a nossa volta foram um pouco assustadoras. Pegalmos um táxi na Central e quando chegamos no Alto da Boa Vista só víamos árvores e escuridão na estrada. Todos ficaram nervosos, pensamos que alguém sairia do meio do mato e nos mataria. Me deu dor de cabeça e teve gritaria, porém com a graça de Deus tudo deu certo e demos risada da situação no final. Voltamos com o mesmo taxista e quase batemos num ônibus... QUASE. Entre mortos e feridos salvaram-se todos! Kkkk.

Enfim...

Gostaria de deixar registrada minha homenagem ao Luizinho. Todo universitário sabe o quão árduo é o caminho até o tão sonhado diploma. Muitos desistem, mas no fim quem persevera vence. Parabéns pelo empenho! Te desejo muito sucesso e ainda mais força para continuar traçando o seu futuro. Que Deus te dê saúde e renove sua fé todos os dias. Não pare jamais! E que em breve sejamos colegas de graduação.


E é isso, amorzinhos! Caso tenham interesse, o contato de cada pessoa/empresa citada no post está linkado nos próprios nomes das mesmas... É só clicar!

Até a próxima! <3

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Update #3

segunda-feira, novembro 21, 2016 32
Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim! 

Me ausentei do blog no mês anterior porque estava precisando. Hoje retorno, não totalmente recuperada, mas com vontade de seguir em frente!

Decidi abordar assuntos que têm me distraído, interessado, ajudado e etc (como sempre fiz) em vez de apenas desabafar. Falar sobre minhas dores estava fazendo com que o blog - de certa forma - me fizesse mal.

E agora, sem mais delongas, vamos ao resumão do mês! (Porque sempre serei a louca dos registros).


Participei de duas festas surpresas: uma da minha prima (e manicure) Nathália e a outra da minha cunhada Sheila.

Amei participar da festa da Naná pois conseguimos reunir toda a família e isso não acontecia há muito tempo. Ela não suspeitou de nada e ficou super emocionada. Apesar da correria da arrumação da mesa e da compra dos 'quitutes' que deixamos pra última hora, foi muito divertido! Nada melhor do que estar com as pessoas que mais amamos no mundo, né? PARABÉNS, PRIMA!


A festa da minha cunhada foi algo mais íntimo, mas o corre-corre foi o mesmo! No fim deu tudo certo e ela gostou bastante da surpresa. As comidinhas ficaram deliciosas e ganhei vários elogios pelos brigadeiros e beijinhos (e eu nem como coco, hein?!). PARABÉNS, CUNHADA! 


Voltei a frequentar a faculdade assim que minha licença acabou e, nossa, perdi MUITA coisa! Faltavam apenas duas semanas para o início provas e isso me desesperou um pouco já que - além de tudo - não havia feito amizade com ninguém. Mas corri atrás do prejuízo, tive ajuda de um colega (que tem potencial para se tornar um grande amigo) e tirei excelentes notas em 60% das matérias... No restante (matemática e contabilidade) estou confirmadíssima na A3! Rs.


Dia 27/09/2016, terça-feira, fui ao cinema sozinha pela primeira vez na vida e foi uma experiência bastante significativa devido ao filme que assisti ("Cegonhas - A história que não te contaram") e o momento em que o assisti.

Estava na faculdade e decidi, do nada, que iria assim que a aula terminasse... E fui! Há tempos não 'honrava' os compromissos que fazia comigo mesma e fiquei extremamente feliz por tê-lo feito. 

Peguei o metrô correndo para o Shopping Nova América, já havia conferido o horário da sessão pelo celular, ao chegar errei o lado da entrada e tive andar o shopping inteiro até chegar no cinema, mas no final tudo deu certo: comprei meu lanche e assisti o filme sem perder nenhum segundinho dele.

Só havia crianças na sala, o filme era em 3D e eu chorei. Não existia a possibilidade de eu não chorar.


Saí do meu emprego e foi a melhor coisa que fiz por mim mesma esse ano. Aprendi bastante e levarei essa experiência pro resto da vida: no bom e no mau sentido. Não vou me estender muito pois não quero/não posso/não vou expôr ninguém, mas quando não há uma separação entre relação pessoal e relação trabalhista, dificilmente haverão resultados positivos dentro de uma equipe. Estou feliz por ter me desvencilhado e ansiosa para encontrar desafios que desenvolvam minhas habilidades e me auxiliem no descobrimento de novas. 


Eu e o Léo ficamos extremamente viciados na série 'The 4400'. Estamos a assistindo há pouco mais de um mês e falta menos de meia temporada para finalizarmos - infelizmente. Não falarei sobre ela nesse post pois liberarei a resenha dela essa semana, mas ela está disponível na Netflix para quem quiser assistir! 


Assisti o jogo do Botafogo no estádio duas vezes: uma só com o Léo e outra com ele, com meu pai e com meu irmão. O Botafogo está jogando na Ilha esse ano e não gosto nenhum pouco desse estádio, mas amo estar com meus meninos... Os melhores momentos do mundo são ao lado deles! <3


Minha melhor amiga, eu e o Léo conseguimos nos desencontrar do marido dela em Ipanema. Foi extremamente bizarro pois a praia estava quase deserta, mas passeios malsucedidos são com a gente mesmo! Kkk. Ps¹.: tô dando risada agora, porém na hora quase morri de preocupação... Achamos que ele tinha sido assaltado, sequestrado e etc. Ps².: o único saldo positivo do dia foram as fotos. 


The Walking Dead voltou após um hiatus que parecia ser eterno devido ao suspense que criaram em torno do assassinato brutal de um dos personagens pelas mãos de Negan e sua companheira Lucille. Pra quem - assim como eu - já havia lido a HQ a morte de Glenn não foi surpresa, mas não deixou de ser dolorosa. A de Abraham  também era esperada - apesar de ter sido alterada - e a reação dele à primeira paulada nos mostrou toda sua valentia e honra.

Farei um post sobre TWD, mas não no formato resenha pois é uma série conhecidíssima e estou formulando um formato mais informal para séries e filmes famosos. Aguardem!

A série é transmitida na Fox, todo domingo, 00h30min.


MasterChef Profissionais Brasil estreou e me surpreendeu positivamente! Estava bastante ansiosa pois acompanho esse programa há muito tempo pelo Discovery Home&Health e era perceptível o baixo nível das versões amadoras brasileiras quando comparadas às internacionais. Essa versão atual elevou o nível do programa e, como podem perceber através da montagem escrota que fiz abaixo, já tenho o meu candidato favorito! #TeamIvo.

O programa é transmitido toda terça-feira às 22h30min na band.


E pra finalizar com chave de ouro não poderia deixar de falar sobre X Factor e Cristopher Clark! Já falei diversas vezes que não ligo para música e reafirmo isso aqui, porém desde que comecei a acompanhar X Factor me apaixonei pela voz desse cantor incrível que é o Cris. Virei fangirl mesmo! O cara arrebenta, sério.

Atualmente ele está no top 6 do programa que está num nível lamentável pois agora é o público que elimina os participantes (e também porque a transmissão ao vivo da band é péssima), mas continuo assistindo só para ouví-lo. Inclusive reativei meu twitter exclusivamente para votar nele! Kkk. #FicaCristopher. Se você ainda não o conhece, delicie-se clicando aqui!

O programa é transmitido às segundas e quartas-feiras às 22h30min.


E é isso! Obviamente aconteceram mais coisas nesse tempinho, porém algumas não são tão relevantes e outras são tão importantes que terão um post específico.

Mas e aí... Já participaram de alguma festa surpresa? Como está a faculdade? Já foram ao cinema sozinhos? Estão trabalhando? Assistem algum dos programas ou séries citados? Já perderam alguém na praia? Kkkk. Me contem nos comentários!

Espero que tenham sentido minha falta, porque agora não os deixarei esquecerem de mim! Kkk.

Até a próxima! <3